Author Archive for Cainã Costa

18
jun
08

Review: DoReMi Fantasy – Milon no Dokidoki Daibouken

Console: Super Nintendo
Produtora: Hudson Soft
Ano: 1996
Gênero: Aventura/Plataforma

Screenshot

Sabe quando você vê uma screenshot de um jogo e na mesma hora pensa “eu tenho que jogar isso“? Pois é, foi isso que aconteceu comigo quando vi sobre DoReMi Fantasy – Milon no Dokidoki Daibouken. E bem, foi tiro e queda, o jogo me impressionou de primeira, e vocês vão saber o porquê.

O jogo conta a história do garoto Milon, que teve sua amiga Alisa raptada pelo mago Amon. Ele vai numa jornada para resgatá-la, mas, para poder enfrentar o mago Amon, ele precisa recuperar 5 relíquias sagradas que estão com seus poderes corrompidos graças à magia de Amon. Para recuperar seus poderes, ele precisa de 5 estrelas musicais para cada relíquia, e assim conseguir poder suficiente para enfrentar Amon.

Todo o jogo em si, é muito bonito, e apesar de seguir o estilo cartoon, é bem trabalhado, com sombras e cenários muito bem feitos. As animações são muito bonitas, apesar de simples, são colocadas no lugar certo e da maneira certa, como o cabelo do protagonista, que mexe quando ele corre ou pula. O protagonista, enquanto em standby, também faz poses muito engraçadas.

O jogo é muito ligado á música, e vários elementos são relacionados a ela. Por exemplo, as 5 relíquias necessárias para derrotar Amon são instrumentos musicais, as “moedas” são notas, algumas plataformas tem forma de cimbal de bateria, alguns inimigos tem temas musicais, como a “Partitura Atacante”.

Os controles são bem precisos, e você não terá muita dificuldade de controlar o jovem Milon, pois, assim como na maioria dos jogos de plataforma, não é necessária muitas firulas, é apenas um botão pra atirar, outro pra pular, e segurando o botão de tiro, Milon corre.

O jogo apresenta vários minigames, estranhamente, todos ligados a pássaros, mas que, apesar de bem simples, são também muito divertidos.

O som é simples, nada de muito especial, e bem infantil, combinando bem com o estilo visual do jogo.

Enfim, esse é um must-have da era 16 bits, e também é um exemplo de como jogos simples podem ser bastante divertidos! E com certeza, será um dos jogos que eu importarei quando comprar meu Super Nintendo =)

Gráficos: 5
Som: 3
Jogabilidade: 4
Diversão: 4
Replay 4

Nota Final: 4,5
A nota final é baseada em uma média ponderada desse 5 fatores, sendo composta: 15% para cada entre Gráficos, Jogabilidade e Som, 25% para Diversão, e 30% para Replay. Os valores das notas vão de 0 à 5, sendo 0 o pior e 5 o melhor.

Screenshots:

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25
maio
08

Code Geass

Normalmente quem gosta de jogos, costuma também se interessar por animes, ou pelo menos é assim o estereótipo, principalmente pela grande maioria dos gamers se tratarem de nerds geeks. Além do mais, vários e vários jogos são baseados em animes, ou pelo menos contém muitas influências dos mesmos.

E então, um anime que nos útimos tempos(leia-se: 1 mês, aproximadamente) tem me surpreendido muito, é Code Geass. Mesmo agora, ainda no começo de sua segunda temporada(no momento dessa postagem, se encontrava no seu episódio 8), ele já mostrou muito bem à que veio.

Code Geass

Considerado um filho legítimo de Death Note, mesmo que o contexto seja bastante diferente, ele conseguiu se aproveitar de todas as vantagens do seu “predecessor”. Quem já assistiu Death Note, deve ter percebido vários elementos que tornaram ele um ótimo anime, como o fato de não se ter realmente um vilão e um mocinho, apenas dois lados separados por uma linha tênue dentre a bondade e a maldade(esse é um dos motivos que eu considero animes superiores à novelas: em novela, quem é mal é mal mesmo, da hora que acorda até a hora que vai dormir). Na verdade, os 2 lados almejam um objetivo superior e perfeitamente plausível, até pelo mais puritano dos espectadores.

Ainda em relação a isso, é interessante prestar atenção, que cada pessoa que assiste, tem uma reação diferente ao anime. Principalmente sobre “para qual lado está torcendo”, alguns concordam com o Light, outros com o L, e por aí vai.

Bom, voltando a Code Geass, ele é o tipo de anime que tem tudo para dar certo, criado pela Sunrise, uma empresa de renome, e com Character Design pela Clamp, é uma mostra de que como uma boa idéia e uma boa equipe podem dar ótimos frutos.

O anime se passa em 2010, e começa mostrando Britannia, um real império à moda medieval, que dominou boa parte do mundo. O começo da série mostra o ataque de Britannia ao Japão, em que o mesmo é subjugado ferozmente, graças a uma nova arma dos Brittannian, os Nightmares Frames(como são chamados os Mechas, Gundams, Robôs Gigantes, como preferir, no anime). Nesse mesmo contexto é mostrado os jovens Lelouch Lamperouge e Kururugi Suzaku, ainda como crianças, fugindo da destruição ocorrida, onde o jovem Lelouch jura destruir Britannia a qualquer custo.

Depois, somos apresentados ao Lelouch, já com 17 anos. Após se envolver num incidente envolvendo um caminhão em fuga, ele é acusado de terrorismo. Ele é capturado em um gueto 11(cada área dominada por Britannia recebe um número, o qual também serve para indentificar seus moradores; no caso, o japão é a Área 11), em uma operação britannian, mas descobre que na verdade, o soldado que o capturou é o próprio Suzaku, que foi para uma operação para capturar uma suposta arma. Logo eles descobrem que a “arma” na verdade é uma misteriosa garota. Suzaku é alvejado, mas Lelouch e a garota conseguem escapar.

No entanto, Lelouch logo se vê cercado por soldados Britannian. Os soldados o atacam, mas a garota se coloca na frente dele. No entanto, em seu subconsiente, a garota assina um estranho contrato com Lelouch, e lhe dá o poder do “Geass”, que lhe permite controlar a mente de qualquer pessoa, bastando olhar diretamente pra ela. Logo na primeira oportunidade, Lelouch o usa para causar um banho de sangue, ordenando aos soldados que morram.

Code Geass é uma obra incrível. A história é bem narrada, e flui perfeitamente, sem muitos “engasgues”, ou erros gritantes de continuidade. A narrativa é extremamente agradável, e quanto mais perto vai chegando do final, mais tenso vai ficando, de modo que prende o leitor telespectador em frente a tela, sempre ansioso para o que vai acontecer a seguir. O ritmo é frenético, mas sem ser simplista.

Não há, personagens soltos, todos tem, de certa forma, uma participação no rumo da história, e todos foram colocados em seus lugares devidos. A violência apresentada se encaixa perfeitamente no contexto, e é, além de visual, psicológica, e os diálogos muito bem elaborados colaboram para essa impressão.

No mais, Code Geass é uma obra recomendada para qualquer fã de anime, principalmente os que gostaram de Death Note, ou os que apreciam animes de Mechas, ou os que somente querem ver algo muito bom. Além do que, Code Geass é um exemplo do quanto um bom Character Design pode afetar beneficamente uma obra, sendo um bom exemplo para futuros desenvolvedores.

Outra leitura recomendada sobre este anime: http://www.animehaus.com.br/site/?secao=10&pg=1&id=383

20
maio
08

Game Design: Idéia inicial.

” O reino de Midgard passa por bons momentos. Momentos de reconstrução, em uma terra antes devastada por uma guerra. Momento de construção, onde as pessoas poderão edificar os pilares de uma nova vida, poderão criar as bases para o seu futuro, poderão construir os alicerces de novos sonhos. Sonhos? Sim, agora é permitido sonhar, afinal, não mais estamos embaixo daquelas garras que tanto nos aprisionavam.

Durante anos, fomos forçados a lutar, matamos pessoas com as quais não tínhamos desavenças, nos metemos em uma briga que não era nossa, tivemos esposas estupradas, e perdemos filhos. Mas agora, poderemos finalmente ter uma vida calma, e aproveitar da paz que foi tirada de nós por todo esse tempo…

Bom, eles poderão, ainda não é minha hora. Ainda não descansarei enquanto não puder encontrar o meu filho. Não, mesmo que ele não esteja vivo, pelo menos, quero poder enterrá-lo. Não descansarei enquanto não vingar a minha esposa, que morreu de desgosto ao saber que nosso único filho tinha sido capturado.

A noite brilha com um cheiro suave de vingança… “

Bom, esse testículo(ui!) apresentado ali em cima é uma prévia do meu projeto(ainda em estádo pré-pré-inicial), um jogo de RPG(single player, MMOs são para perdedores), muito provavelmente em 2D, e multiplataforma. No entanto, até agora, apresenta alguns diferenciais dos RPGs comuns, como:

  • Apresenta um personagem maduro, ao invés do habitual adolescente com seu cabelo azul/verde e espetado.
  • Apresenta um mundo em reconstrução, ao invés do mundo pré-apocalíptico de sempre.

Estarei postando mais testículos(ui!²) a medida que as idéias comecem a sair, e que o projeto comece a entrar num melhor estado de planejamento.

20
maio
08

Volta do Blog.

Ok, ok, desculpa por não ter postado todo esse tempo,  estava meio com preguiça sem tempo pra isso, então não consegui postar merda nenhuma nada de realmente bom, então o blog ficou meio que abandonado todo esse tempo.

Apesar de tudo, eu voltei, estou aqui. Tenho estado com algumas idéias, como postar sobre gamedev(que é uma área que muita gente se interessa, ao menos dentre os que gostam de jogos). Então, queria saber a opinião de vocês sobre isso, não é uma boa idéia?

Ah, e claro, as vagas para colaboradores ainda estão abertas, e sim, eu preciso de um pouco de ajuda pra manter esse blog vivo, e espero que vocês possam me  ajudar nisso. Quem quiser participar, uma boa idéia é deixar um comentário com um endereço pra contato, que eu o contatarei com certeza!

17
abr
08

Mario Kart Remote!

Não, não é um novo jogo do bigodudo, mas sim um vídeo em que uns caras(presumidamente japoneses) pegam um carro de controle remoto, e colocam ele pra tocar a música do Mario batendo uma bolinha de metal em algumas garrafas.

Link para o Vídeo

Agora quero ver fazerem isso com uma música do Malmsteen, quem sabe essa?

14
abr
08

Que área de você pretende seguir?

Uma pergunta bastante interessante surgiu no GameDevBr: Que área de GameDev você pretende seguir?

Quem me conhece, sabe que eu sempre me interessei muito por Game Development, pois acho os jogos fantásticos, a oitava arte, e desenvolver outros jogos e encantar outras pessoas como esses me encantam até hoje, é um sonho para mim.

Creio, atualmente, que a área de programação em jogos é a mais adequada, considerando que eu já tenho uma pequena noção disso, e também gosto bastante de programação.

No entanto, eu também gosto da área de game design, character design(pra isso só falta aprender a desenhar, o que
está nas metas desse ano ainda), considerando que eu gostava bastante de mestrar RPG, e creio que não era um mestre tão ruim assim 🙂

Mas meu real sonho, é ficar milionário, e criar uma empresa de jogos, e fazer os maiores clássicos ever, com versão
para linux, claro. 😀

Obviamente que eu não sou nem um pouco ambicioso. Modesto também não.

Quem quiser dar a sua opinião, porque não postar lá no gamedevbr?

11
abr
08

Da série… Emprego dos Sonhos I – Blizzard

A série Emprego dos Sonhos vai mostrar várias empresas interessantíssimas para quem quer entrar no mercado de jogos, e claro, tem habilidade o suficiente pra  trabalhar em uma empresa de grande porte, e pra começar, uma das minhas favoritas, a Blizzard!

Só de imaginar já dá uma vontade tremenda, hein? Imagina trabalhar com a empresa que criou vários dos melhores jogos de todos os tempos, como Starcraft, Diablo, Warcraft? Ou então tomar parte de muitos outros clássicos que com certeza ela irá fazer? Esse sim é um Emprego dos Sonhos.

Pois saiba que a Blizzard tá sempre procurando por empregados, sejam eles artistas, programadores, Game, Level, Characters, Weapons Designers, e por aí vai(desde que ou morem nos EUA ou tenham visto de trabalho). Aqui você poderá obter todas as informações sobre como trabalhar lá, e também de todas as vagas livres, para este Emprego dos Sonhos!