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abr
08

Review: Cave Story

FlightCave Story é um jogo totalmente freeware, com versões para Mac, Linux e Windows e de uma história, e de características extremamente peculiares. Primeiro, ele foi feito por somente uma pessoa, que com certeza, deveria ser no mínimo premiado com sei lá, uma limousine cheia de louraças. Segundo porque ele demorou 5 anos para ser feito! MINHANOSSASINHORA, 5 ANOS!? Pois é. Um exemplo de perseverança, esse tal de Daisuke Amaya, conhecido também como Pixel pelos cantos mais obscuros da Internerd.

Agora sobre o jogo, originalmente escrito em japonês e com o nome Doukutsu Momotagari, ele foi traduzido para inglês por alguma alma caridosa, o que fez com que o jogo se espalhasse bastante(em termos de jogos indie, claro), e atingisse gamers do mundo todo. Mas porque esse jogo fez “tanto sucesso”?

Cave Story é um pouco ao contrário do rumo que a maioria dos games costumam seguir, que são gráficos 3D, milhões de detalhes e requerimentos de hardware absurdos. O jogo é completamente 2D, com gráficos que sugerem algo entre o Nintendinho e o Super Nintendo. Mas não se engane, em se tratando de 2D, os cenários são bem detalhados, com sua devida sombra e perspectiva bem aplicada.

A história também é um ponto importante no jogo, e ela foi mutio bem trabalhada, apesar de parecer, à primeira vista, um pouco clichê. Não se tem uma introdução nem um prefácio sobre a história, caindo direto no jogo. Avançando um pouco (e sem saber quem raios é o personagem que se controla), chegamos ao Vilarejo Mimiga, e lá descobrimos que os Mimigas estão sendo raptados um a um pelo vilão-malvado-from-hell-que-come-criancinhas-no-café-da-manhã, com um objetivo desconhecido. Assim, à medida que o jogo avança, vão sendo descobertos as verdadeiras ambições do “Doctor“, a personalidade dos seus capangas, e principalmente, a indentidade do personagem principal.

A jogabilidade foi cuidadosamente bem trabalhada, os controles são precisos e os movimentos são muito bem trabalhados, e ao mesmo tempo nostálgicos, lembrando clássicos como Super Metroid. O som é perfeitamente ambientado, e todas as músicas são perfeitos clássicos da era MIDI, e com certeza, ficará na cabeça de muitos durante bastaaante tempo.

Esse conjunto perfeito de fatores só foi atrapalhado por 1 fator: não ter sido lançado na época certa. Com certeza, se tivesse sido lançado na época de ouro dos jogos 2D, estaria em todos os TOP clássicos de todos os tempos. É um jogo que quem não jogou, deveria jogar alguma vez, e quem jogou, pode(e deve) jogar de novo. Por todos esses fatores, esse jogo foi escolhido para ser a primeira das minhas Reviews aqui no Prev-Gen por ser a mostra principal do foco do blog, que é mostrar que o jogo não precisa de 3 placas em SLI pra poder rodar bem e ser divertido.

Site: http://www.miraigamer.net/cavestory/

Gráficos: 3
Jogabilidade: 5
Som: 4
Diversão: 4
Replay: 3

Nota Final: 3.7
A nota final é baseada em uma média ponderada desse 5 fatores, sendo composta: 15% para cada entre Gráficos, Jogabilidade e Som, 25% para Diversão, e 30% para Replay. Os valores das notas vão de 0 à 5, sendo 0 o pior e 5 o melhor.

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2 Responses to “Review: Cave Story”


  1. abril 5, 2008 às 8:53 pm

    aeaeae

    baixar ele =D

    jogos antigos ainda rulam! x)

  2. 2 Jean Franco
    abril 6, 2008 às 4:01 pm

    Eu particularmente recomendo, um dos melhores jogos já feito, entra no mesmo patamar de grandes clássicos da Nintendo, Sega, Capcom e etc. Como Cainã disse, infelizmente esse jogo não foi lançado na época de ouro dos games 2D, ou melhor, na época de outro de todos os jogos (: .


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