Arquivo para Abril, 2008
Mario Kart Remote!
Uma pergunta bastante interessante surgiu no GameDevBr: Que área de GameDev você pretende seguir?
Quem me conhece, sabe que eu sempre me interessei muito por Game Development, pois acho os jogos fantásticos, a oitava arte, e desenvolver outros jogos e encantar outras pessoas como esses me encantam até hoje, é um sonho para mim.
Creio, atualmente, que a área de programação em jogos é a mais adequada, considerando que eu já tenho uma pequena noção disso, e também gosto bastante de programação.
No entanto, eu também gosto da área de game design, character design(pra isso só falta aprender a desenhar, o que
está nas metas desse ano ainda), considerando que eu gostava bastante de mestrar RPG, e creio que não era um mestre tão ruim assim :)
Mas meu real sonho, é ficar milionário, e criar uma empresa de jogos, e fazer os maiores clássicos ever, com versão
para linux, claro. :D
Obviamente que eu não sou nem um pouco ambicioso. Modesto também não.
Quem quiser dar a sua opinião, porque não postar lá no gamedevbr?
A série Emprego dos Sonhos vai mostrar várias empresas interessantíssimas para quem quer entrar no mercado de jogos, e claro, tem habilidade o suficiente pra trabalhar em uma empresa de grande porte, e pra começar, uma das minhas favoritas, a Blizzard!
Só de imaginar já dá uma vontade tremenda, hein? Imagina trabalhar com a empresa que criou vários dos melhores jogos de todos os tempos, como Starcraft, Diablo, Warcraft? Ou então tomar parte de muitos outros clássicos que com certeza ela irá fazer? Esse sim é um Emprego dos Sonhos.
Pois saiba que a Blizzard tá sempre procurando por empregados, sejam eles artistas, programadores, Game, Level, Characters, Weapons Designers, e por aí vai(desde que ou morem nos EUA ou tenham visto de trabalho). Aqui você poderá obter todas as informações sobre como trabalhar lá, e também de todas as vagas livres, para este Emprego dos Sonhos!
Indignação.
Maldito governo, que ao invés de arrumar mais o que fazer, inventa de proibir o Bully, o que já é a prova definitiva que realmente eles acham que a população brasileira tem 5 anos de idade, e a culpa também é nossa, porque deixamos na mão de um monte de velho capenga(que nunca jogaram nada na vida) decidir o que a gente pode ou não utilizar para se divertir.
Mas o pior de tudo, é bloquear o WordPress.com, e provar que não estamos muito à frente da China em matéria de democracia. Alguém se lembrou do caso Youtube?
Ah, sim, se bloquearem o wordpress, talvez essa seja a última vez que nos falaremos por aqui. Quem sabe não migraremos para Blogger?
Shame on You, Governo.
Fontes: Rodrigo Flausino e GoLuck
Review de PS3 [+Bônus]
Que gráficos, hein? :)
Bônus:
Versão portátil!
Tem também o PS1 ;x
E claro, o Vii!
Review: Cave Story
Cave Story é um jogo totalmente freeware, com versões para Mac, Linux e Windows e de uma história, e de características extremamente peculiares. Primeiro, ele foi feito por somente uma pessoa, que com certeza, deveria ser no mínimo premiado com sei lá, uma limousine cheia de louraças. Segundo porque ele demorou 5 anos para ser feito! MINHANOSSASINHORA, 5 ANOS!? Pois é. Um exemplo de perseverança, esse tal de Daisuke Amaya, conhecido também como Pixel pelos cantos mais obscuros da Internerd.
Agora sobre o jogo, originalmente escrito em japonês e com o nome Doukutsu Momotagari, ele foi traduzido para inglês por alguma alma caridosa, o que fez com que o jogo se espalhasse bastante(em termos de jogos indie, claro), e atingisse gamers do mundo todo. Mas porque esse jogo fez “tanto sucesso”?
Cave Story é um pouco ao contrário do rumo que a maioria dos games costumam seguir, que são gráficos 3D, milhões de detalhes e requerimentos de hardware absurdos. O jogo é completamente 2D, com gráficos que sugerem algo entre o Nintendinho e o Super Nintendo. Mas não se engane, em se tratando de 2D, os cenários são bem detalhados, com sua devida sombra e perspectiva bem aplicada.
A história também é um ponto importante no jogo, e ela foi mutio bem trabalhada, apesar de parecer, à primeira vista, um pouco clichê. Não se tem uma introdução nem um prefácio sobre a história, caindo direto no jogo. Avançando um pouco (e sem saber quem raios é o personagem que se controla), chegamos ao Vilarejo Mimiga, e lá descobrimos que os Mimigas estão sendo raptados um a um pelo vilão-malvado-from-hell-que-come-criancinhas-no-café-da-manhã, com um objetivo desconhecido. Assim, à medida que o jogo avança, vão sendo descobertos as verdadeiras ambições do “Doctor“, a personalidade dos seus capangas, e principalmente, a indentidade do personagem principal.
A jogabilidade foi cuidadosamente bem trabalhada, os controles são precisos e os movimentos são muito bem trabalhados, e ao mesmo tempo nostálgicos, lembrando clássicos como Super Metroid. O som é perfeitamente ambientado, e todas as músicas são perfeitos clássicos da era MIDI, e com certeza, ficará na cabeça de muitos durante bastaaante tempo.
Esse conjunto perfeito de fatores só foi atrapalhado por 1 fator: não ter sido lançado na época certa. Com certeza, se tivesse sido lançado na época de ouro dos jogos 2D, estaria em todos os TOP clássicos de todos os tempos. É um jogo que quem não jogou, deveria jogar alguma vez, e quem jogou, pode(e deve) jogar de novo. Por todos esses fatores, esse jogo foi escolhido para ser a primeira das minhas Reviews aqui no Prev-Gen por ser a mostra principal do foco do blog, que é mostrar que o jogo não precisa de 3 placas em SLI pra poder rodar bem e ser divertido.
Site: http://www.miraigamer.net/cavestory/
Gráficos: 3
Jogabilidade: 5
Som: 4
Diversão: 4
Replay: 3
Nota Final: 3.7
A nota final é baseada em uma média ponderada desse 5 fatores, sendo composta: 15% para cada entre Gráficos, Jogabilidade e Som, 25% para Diversão, e 30% para Replay. Os valores das notas vão de 0 à 5, sendo 0 o pior e 5 o melhor.
Comentários